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segunda-feira, 23 de abril de 2018

A morte




A morte é a separação da alma do corpo pela qual o homem é introduzido no mundo invisível. Essa experiência descreve-se como "dormir" (João 11:11; Deut. 31:16), o desfazer da casa terrestre deste Tabernáculo (2Cor. 5:1), deixar este tabernáculo (2Ped. 1:4), Deus pedindo a alma (Luc. 12:20), seguir o caminho por onde não tornará (Jo 16:22), ser congregado ao seu povo (Gên. 49:33), descer ao silêncio (Sal. 115:17), expirar (Atos 5:10), tornar-se em pó (Gên.3:19), fugir como a sombra (Jo 14:2), e partir (Fil. 1:23).
A morte é o primeiro efeito externo ou manifestação visível do pecado, e será o último efeito do pecado, do qual seremos salvos. (Rom. 5:12; 1Cor. 15:26.) O Salvador aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho, (1Tim. 1:10.) A palavra "abolir" significa anular ou tornar negativo. A morte fica anulada como sentença condenatória e a vida é oferecida a todos. Entretanto, embora a morte física continue a manifestar-se, ela torna-se uma porta que conduz a vida para aqueles que aceitam a Cristo.

Qual a conexão entre a morte e a doutrina da imortalidade? Há dois termos, "imortalidade" e "incorrupção" que se usam em referência à ressurreição do corpo, (1Cor. 15:53,54.) A imortalidade significa não estar sujeito à morte, e nas Escrituras emprega-se em referência ao corpo e não à alma (embora esteja implícita a imortalidade da alma. Mesmo os cristãos estão sujeitos à morte por serem mortais os seus corpos. Depois da ressurreição e do arrebatamento da igreja, os cristãos desfrutarão da imortalidade. Isto é, receberão corpos glorificados que não estarão sujeitos à morte.

Os ímpios também serão ressuscitados. Mas isso quer dizer que desfrutarão dessa imortalidade do corpo? Não; sua inteira condição é a de morte, e separação de Deus. Embora tenham existência, não gozam de comunhão com Deus e nem da glorificação do corpo, a qual realmente constitui a imortalidade. Conscientemente existirão numa condição de sujeição à morte. A sua ressurreição não é a "ressurreição da vida", mas a "ressurreição para a condenação" (João 5:29). Se a "imortalidade", à qual se referem as Escrituras, se referisse ao corpo, como se justificaria a referência à imortalidade da alma? Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a morte é a separação do corpo e da alma; o corpo morre e volta ao pó, a alma ou o espírito continua a existir conscientemente no mundo invisível dos espíritos desencarnados.

Assim o homem é mortal, estando o seu corpo sujeito à morte, embora seja imortal a sua alma, que sobrevive à morte do corpo.

Qual a distinção entre imortalidade e vida eterna? A imortalidade é futura (Rom. 2:7; 1Cor. 15:53,54), e refere-se à glorificação dos nossos corpos mortais na ocasião da ressurreição. A vida eterna refere-se principalmente ao espírito do homem: é uma possessão que não é afetada pela morte do corpo. A vida eterna alcançará sua perfeição na vinda de Cristo, e será vivida em um corpo glorificado que a morte não mais poderá destruir.

Todos os cristãos, quer vivos quer falecidos, já possuem a vida eterna, mas somente na ressurreição terão alcançado a imortalidade.
 

"Onde há vontade, há um Caminho"

EFATÁ: Abre-te

A aplicação da palavra Efatá era (e continua sendo parecida com a determinação verbal, em nome de Jesus) espiritual e física, para que houvesse a manifestação divina retirando o impedimento espiritual com efeito físico.
Ou seja: alguém que estava surdo ou cego, fisicamente, mas também espiritualmente.
Está explicado no Evangelho de Marcos: E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente, e rogaram-lhe que impusesse as mãos sobre ele. E, tirando-o à parte de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos e, cuspindo, tocou-lhe na língua. E, levantando os olhos ao céu, suspirou e disse: Efatá, isto é, abre-te. E logo se lhe abriram os ouvidos, e a prisão da língua e falava perfeitamente” (Mc 7:32-35).
Observe, o homem era surdo e falava com dificuldade.
Após Jesus cumprir esse ritual, se lhe abriram os ouvidos, e a prisão da língua se desfez completamente, e falava perfeitamente. Isso confirma a tese de que uma pessoa com deficiência auditiva não fala ou tem dificuldade para falar devido à surdez.
Tudo que Jesus fez ao longo de Seu ministério foram fatos inusitados que chamavam a atenção de todos que O procuravam. E não era pra menos.
Podemos dizer que a prática de Jesus em curar os enfermos pode ser comparada a uma luz apagada, mas que desde sua época na terra, e até agora está acesa clareando as mentes de todos aqueles que lhe seguem em espírito e em verdade.
Vale dizer, Jesus mudou conceitos, opiniões da época, e ampliou o conhecimento espiritual antes travado por conta da religiosidade oposta ao estilo de vida espiritual pleno e perfeito de Jesus Cristo.
Hoje, até professores se utilizam desta palavra para inspirar os alunos:
Certo dia um professor entrou na sala de uma turma qualquer, de um curso de informática, sentou-se em cima da mesa e disse: “quero que comecem um projeto ao gosto de vocês, algo que os inspire a programar EFATÁ!” (curiosidade extraída da Internet).
A conclusão que chegamos deste milagre extraordinário é que Jesus nos deixou todas as indicações de como agir, bastando o fazer em Seu Santo Nome. Mas, como explica o Pastor Juanribe Pagliarin: “Tudo Ele faz bem” e de forma perfeita.
Na explicação do Pastor Juanribe Pagliarin a história não dá nenhum exemplo desta natureza, porém, já estava tudo profetizado pelo profeta Isaías no texto: “Esforçai-vos e não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, comrecompensa de Deus; ele virá, e vos salvará.Então, os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão. Então, os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará, porque águas arrebentarão no deserto, e ribeiros, no ermo” (Is 8:4b-6).
E obviamente, não era possível esconder fatos desta magnitude, e, os beneficiados com os milagres eram as testemunhas de Jesus em toda parte, ainda que proibidas de fazê-lo.
E nós servos do Senhor Jesus, atualmente, podemos operar essas maravilhas?
Sem dúvida nenhuma. A dica é estar em comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, como o próprio Jesus ensina: “Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras. Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê  em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai” (Jo 14:11-12).

"Onde há vontade, há um Caminho"

domingo, 22 de abril de 2018

Espíritos Maus



1. Anjos decaídos. 
Os anjos foram criados perfeitos e sem pecado, e, como o homem, dotados de livre escolha. Sob a direção de Satanás, muitos pecaram e foram lançados fora do céu. (João 8:44; 2 Ped. 2:4; Jud. 6.) O pecado, no qual eles e seu chefe caíram, foi o orgulho. Alguns têm pensado que a ocasião da rebelião dos anjos foi a revelação da futura encarnação do Filho de Deus e da obrigação de eles o adorarem. 

Segundo as Escrituras, os anjos maus passam parte do tempo no inferno (2 Ped. 2:4) e parte no mundo, especialmente nos ares que nos rodeiam. (João 12:31; 14:30; 2 Cor. 4:4; Apoc. 12:4, 7-9.) Enganando os homens por meio do pecado, exercem grande poder sobre eles (2 Cor. 4:3, 4; Efés. 2:2; 6:11,12); este poder, não obstante, está aniquilado para aqueles que são fiéis a Cristo, pela redenção que ele consumou. (Apoc. 5:9; 7:13,14.) Os anjos não são contemplados no plano da redenção (1 Ped. 1:12), mas o inferno foi preparado para o eterno castigo dos anjos maus (Mat. 25:41).

2. Demônios. 
As Escrituras não descrevem a origem dos demônios; essa questão parece ser parte do mistério que rodeia a origem do mal. Porém as Escrituras dão claro testemunho da sua existência real e de sua operação. (Mat. 12:26, 27.) Nos Evangelhos aparecem como os espíritos maus desprovidos de corpos, que entram nas pessoas, das quais se diz que têm demônio. Em alguns casos, mais de um demônio faz sua morada na mesma vitima. (Mar. 16:9. Luc. 8:2.) 

Os efeitos desta possessão se evidenciam por loucura, epilepsia e outras enfermidades, associadas principalmente com o sistema mental e nervoso. (Mat. 9:33; 12:22; Mat. 5:4, 5.) O indivíduo sob a influência de um demônio não é senhor de si mesmo; o espírito mau fala por seus lábios ou o emudece à sua vontade; leva-o aonde quer e geralmente o usa como instrumento, revestindo-o às vezes de uma força sobrenatural. 

Assim escreve o Dr. Nevius, missionário na China, que fez um estudo profundo sobre os casos de possessão de demônios: Notamos, em pessoas possuídas de demônios na China, casos semelhantes aos expostos nas Escrituras, manifestando-se algumas vezes uma espécie de dupla consciência ou ações e impulsos diretamente opostos e contrários. Uma senhora em Fuchow, apesar de estar sob a influência de um demônio, cujo impulso era fugir da presença de Cristo, sentiu-se movida por uma influência oposta, a deixar seu lar e vir a Fuchow buscar ajuda de Jesus. 

O mesmo autor chega à seguinte conclusão, baseado num estudo da possessão de demônios entre os chineses: A característica mais surpreendente desses casos é que o processo de evidências de outra personalidade, e a personalidade normal nessa hora está parcial ou totalmente dormente. A nova personalidade apresenta feições de caráter diferentes por inteiro, daquelas que realmente pertencem à vitima em seu estado normal, e esta troca de caráter tende, com raras exceções, para a perversidade moral e impureza. 

Muitas pessoas, quando possuídas de demônios, dão evidências de um conhecimento do qual não podem dar conta em seu estado normal. Muitas vezes parece que conhecem o Senhor Jesus Cristo como uma pessoa divina, e mostram aversão e temor a ele. Notemos especialmente estas boas novas: Muitos casos de possessão de demônios têm sido curados por meio de adoração a Cristo, ou em seu nome; alguns mui prontamente, outros com dificuldades. Até onde temos podido descobrir, este método de cura não tem falhado em nenhum caso ao qual tenha sido aplicado; não importa ter sido o caso difícil ou crônico. 

E, em caso algum, até onde se pôde observar, o mal não voltou, uma vez que a pessoa se tornou crente e continuou a viver uma vida cristã... Como resultado da comparação feita, vemos que a correspondência entre os casos encontrados na China e aqueles registrados nas Escrituras é completa e circunstancial, cobrindo quase todos os pontos apresentados na narração bíblica. Qual o motivo que influi nos demônios a fim de apoderarem-se do corpo dos homens? O Dr. Nevius responde: A Bíblia ensina claramente que todas as relações de Satanás com a raça humana têm por objetivo enganar e arruinar, afastando a nossa mente de Deus e induzindo-nos a infringir suas leis, e trazer sobre nos o seu desagrado. 

Esses objetivos são conseguidos por meio da possessão de demônios. Produzem-se efeitos sobre-humanos que ao ignorante e desconhecedor parecem divinos. Ele exige e consegue a adoração e a obediência implícitas pela imposição de sofrimentos físicos e por falsas promessas e temíveis ameaças. Desse modo, os ritos e as superstições idólatras, entrelaçadas com os costumes sociais e políticos, têm usurpado em quase todas as nações da história o lugar da adoração única a Deus. (Vide 1 Cor. 10:20,21; Apoc. 9:20; Deut. 32:16; Isa. 65:3.) Quanto aos próprios demônios, parece que eles têm motivos pessoais e próprios. A possessão dos corpos humanos parece proporcionar-lhes um lugar muito desejado de descanso e prazer físico. 

Nosso Salvador fala dos espíritos maus andando por lugares áridos buscando especialmente descanso nos corpos das vitimas. Quando privados de um lugar de descanso nos corpos humanos, são representados como buscando-o no corpo dos animais inferiores. (Mat. 12: 3-5.) Martinho Lutero disse: "O diabo é o contrafator de Deus." Em outras palavras, o inimigo sempre está contrafazendo as obras de Deus. E certamente a possessão de demônios é uma grotesca e diabólica contratação da mais sublime das experiências — a habitação do Espírito Santo no homem. Note alguns paralelos: 

1) A possessão de demônios significa a introdução de uma nova personalidade no ser da vitima, tomando-a, em certo sentido, uma nova criatura. Note como o gadareno endemoninhado (Mat. 8:29) falava e se portava como que controlado por outra personalidade. Aquele que é controlado por Deus tem uma personalidade divina habitando nele. (João 14:23.) 

2) As elocuções inspiradas pelo demônio são imitações satânicas daquelas inspiradas pelo Espírito Santo. 

3) Já se observaram casos em que a pessoa que se rende conscientemente ao poder do demônio, muitas vezes recebe um dom estranho, de forma que pode ler a sorte, ser médium, etc. O Dr. Nevius escreve: "Nesse estado, o endemoninhado desenvolve certas habilidades psíquicas e se dispõe a ser usado. Ele é o escravo voluntário, treinado e acostumado com o demônio." é uma imitação satânica dos dons do Espírito Santo! 

4) Freqüentemente os endemoninhados manifestam uma força extraordinária e sobre-humana — uma imitação satânica do poder do Espírito Santo. O Senhor Jesus veio ao mundo para resgatar o povo do poder dos espíritos maus e pô-lo sob o controle do Espírito de Deus.

"Onde há vontade, há um Caminho"

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Oração a Cristo, Papa Paulo VI Paulo VI




Ó Cristo, nosso único medianeiro.
Tu és necessário: para entrarmos em comunhão com Deus Pai; para nos tornarmos conTigo, que és Filho único e Senhor nosso, seus filhos adoptivos; para sermos regenerados no Espírito Santo.
Tu és necessário, ó único verdadeiro mestre das verdades ocultas e indispensáveis da vida, para conhecermos o nosso ser e o nosso destino, o caminho para o conseguirmos.
Tu és necessário, ó Redentor nosso, para descobrirmos a nossa miséria e para a curarmos; para termos o conceito do bem e do mal e a esperança da santidade; para deplorarmos os nossos pecados e para obtermos o seu perdão.
Tu és necessário, ó irmão primogénito do género humano, para encontrarmos as razões verdadeiras da fraternidade entre os homens, os fundamentos da justiça, os tesouros da caridade, o sumo bem da paz.
Tu és necessário, ó grande paciente das nossas dores, para conhecermos o sentido do sofrimento e para lhe darmos um valor de expiação e de redenção.
Tu és necessário, ó vencedor da morte, para nos libertarmos do desespero e da negação e para termos certezas que nunca desiludem.
Tu és necessário, ó Cristo, ó Senhor, ó Deus connosco, para aprendermos o amor verdadeiro e para caminharmos na alegria e na força da tua caridade, ao longo do caminho da nossa vida fatigosa, até ao encontro definitivo conTigo amado, esperado, bendito nos séculos.
 
"Onde há vontade, há um Caminho"

terça-feira, 17 de abril de 2018

SOBRE A IMPASSIBILIDADE - Apatheia ou Quietude de espírito



O objeto da guerra contra as paixões é a impassibilidade - estado abençoado atingido por muitos Santos.
"Aquele que tornou-se um amante de Deus e pretende participar, ainda que imperfeitamente, na impassibilidade de Deus, na santidade espiritual, na serenidade, quietude e humildade, e experimentar o gosto de júbilo e alegria que nasce dessas virtudes, deve esforçar-se em conduzir seus pensamentos às coisas divinas com olhos claros e desanuviados, fruindo insaciavelmente a Luz Divina. Um homem que tenha implantado essa atitude em sua alma torna-se deus, na medida em que isso seja possível, e é amado e recebido por Ele como alguém que corajosamente tomou para si esse trabalho grande e difícil. Ele torna-se capaz, apesar de sua natureza ainda estar ligada à matéria, de conversar com Deus enviando-lhe pensamentos puros despidos de paixões carnais"(São Basílio, o Grande).
Isso não significa que alguém que seja impassível nunca sinta nenhuma paixão. Ele ainda tem uma natureza decaída, e a terá até a morte. Assim, por serem as paixões inextrincavelmente parte dessa natureza, elas devem ser conquistadas, nunca porém desarraigadas.
"A impassibilidade não impede que seja atacado pelos demônios pois se esse fosse o caso, nós sairíamos fora do mundo (I Co. 5, 10). Melhor explicando, ser impassível significa perma­necer-se inconquistado quando atacado. E assim, como os guerreiros com armaduras ouvem o som de setas sibilantes quando são atacados, mas permanecem sem ferimentos dada a resistência das armaduras, imunes na batalha, assim também permaneceremos se estivermos vestidos com justiça na armadura da luz e com o elmo da salvação" (Diadochus).
"Graças a muitos tipos de virtudes, visíveis ou invisíveis, que os santos adquiriram, as paixões perdem poder sobre eles não podendo assim levantarem-se facilmente para atacá-los. Desse modo, a mente não precisa mais ficar prestando atenção nas paixões e pode ser ocupada com pensamentos, estudos e investigando as mais perfeitas contemplações... Assim que as paixões começam a se mover e serem excitadas, a mente é subitamente elevada por cima delas por uma percepção das coisas Divinas. Então, as paixões permanecem sem efeito" (São Isaac, o Sírio).
"As almas, que tem por Deus um amor ardente e insaciável, estão destinadas à vida eterna, por essa razão a libertação das paixões é concedida a elas e elas obtém perfeitamente a radiosa participação da inexprimível e mística amizade do Espírito Santo, a plenitude da Graça" (São Macário, o Grande - Homily 10).
"Como o céu é adornado pelas estrelas, a impassibilidade, é adornada pelas virtudes; pois a impassibilidade é nada mais do que o céu interno na mente, onde os jogos e armadilhas dos demônios são encarados como simples brinquedos. E assim o verdadeiro impassível é aquele que... elevou sua mente acima de todas as coisas criadas e subjugou todos os seus sentidos, mantendo sua alma na presença de Deus, dirigindo-se sempre para Deus mesmo quando isso está além de suas forças... Aquele a quem foi concedido tal estado, enquanto ainda no corpo, tem Deus sempre habitando nele como seu Guia para todas as palavras, atos e pensamentos... O impassível não vive mais, mas é Cristo que vive nele (Gal. 2, 20)" (São João Clímaco - A Escada Santa).
 
"Onde há vontade, há um Caminho"