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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Um milagre de São Charbel Mackhlouf em nossos dias



São Charbel Makhlouf (1828-1898) foi um dos maiores taumaturgos do século XIX. Monge do rito maronita, já era tido como santo em vida, tendo operado muitos milagres. Sua festividade é celebrada pela Igreja Católica no dia 24 de julho.
Em 1952, quando foi feita a terceira exumação dos seus restos mortais, segundo testemunha ocular, “o corpo foi retirado do caixão e sentado numa cadeiraOs braços e as pernas dobrados, curvados. A cabeça inclinada, balançava dum lado para outro. As vestes sacerdotais e as roupas interiores estavam encharcadas de sangue”[i]. O que levou o papa Pio XII, ao iniciar seu processo de beatificação, a afirmar: “o Pe. Charbel já gozava, em vida, sem o querer, da honra de o chamarem santo, pois a sua existência era verdadeiramente santificada por sacrifícios, jejuns e abstinências. Foi vida digna de ser chamada cristã e, portanto, santa. Agora, após a sua morte, ocorre este extraordinário sinal deixado por Deus: seu corpo transpira sangue há 79 anos, sempre que se lhe toca, e todos os que, doentes, tocam com um pedaço de pano suas vestes constantemente úmidas de sangue, alcançam alívio em suas doenças e não poucos até se vêem curados ”[ii].
O número de milagres nessa ocasião foi tão grande, que Anaya, onde está seu mosteiro, foi chamada de “A Lourdes libanesa”. Somente entre 22 de abril de 1950 e 25 de junho de 1955, foram registradas nos anais do Convento São Maron, 237 curas, muitas constatadas e confirmadas por médicos[iii].
Infelizmente a devoção a este santo taumaturgo não é popular no Brasil, a não ser entre os fiéis do rito maronita. O mesmo ocorre em outros países do Ocidente, como nos Estados Unidos. No entanto, este país foi o escolhido por São Charbel, nos nossos dias, para um de seus estupendos milagres que surpreendem o mundo.


"Onde há vontade, há um Caminho"

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