
Introdução
Um dos aspectos que definem a música no culto é o fato de
ela estar inteiramente e diretamente ligada à realização do rito.
Desconhecer isso já é o primeiro passo para que se tenha uma
celebração empobrecida e cantos sem qualidade. A música litúrgica
é uma ferramenta que permite à comunidade orante comungar na mesma
ação, aclamar, meditar, proclamar, etc. Na escolha das músicas, a
assembléia tem sempre prioridade e não aquele (a) que está
escolhendo. Mais, o tempo litúrgico é fundamental. É com estas
questões em mente que pretendemos oferecer este breve esboço para
as equipes de música e, consequentemente, para as equipes de
liturgia.
Por uma questão de metodologia optamos por não
colocar notas de pé de página no texto uma vez que isso
atrapalharia uma leitura fluente. Os conteúdos esboçados aqui não
são nenhuma novidade e estão bem trabalhados nas obras citadas no
fim do texto. Não se trata de um manual, mas de indicações que
pretendem auxiliar os animadores para que a celebração possa ser
mais bem vivida. Pedimos que os erros sejam comunicados e as
sugestões sejam feitas por escrito a fim de se aperfeiçoar este
material.
É bom recordar, aqui, as palavras do saudoso Santo
Padre João Paulo II em sua carta sobre o ano da Eucaristia Mane
Nobiscum Domine:
"É preciso que a Santa Missa seja
colocada no centro da vida cristã e que, em cada comunidade, tudo se
faça para celebrá-la decorosamente, segundo as normas
estabelecidas, com a participação do povo, valendo-se dos diversos
ministros no empenho das atribuições que lhes são previstas, e com
uma séria atenção também ao aspecto da sacralidade que deve
caracterizar o canto e a música litúrgica (n.17)."
1.
Tópicos de Teologia Bíblica
1.1
A
Música no Antigo Testamento
Olhando para os livros
bíblicos - na ordem em que os temos hoje - a referência musical
aparece pela primeira vez em Gn 4,21. Ela aparece como expressão
viva, também, da fraternidade
E disse Labão a Jacó: Que
fizeste, que me lograste e levaste minhas filhas como cativas pela
espada? Por que fugiste ocultamente, e me lograste, e nada me fizeste
saber, para que eu te despedisse com alegria, e com cânticos, e com
tamboril, e com harpa? (Gn 31,26-27)
Nota-se que os
acontecimentos da vida são marcados pela alegria e pela celebração.
A partir de Moisés, o canto toma uma direção nova para o povo
hebreu (Ex 4,11-12). Moisés tornou-se o eco da voz de Deus. Suas
palavras denunciaram a situação de injustiça vivida pelo povo.
Vendo o povo liberto, as mulheres cantam (Ex 15- Cantemos ao Senhor
que se vestiu de Glória).
A partir deste momento, Deus é o
motivo de toda canção. Ele é o autor enquanto coloca suas palavras
na boca do homem (Dt 31,19). Davi tem importante participação na
organização do canto litúrgico em Israel (1 Cr 15,16). Seu zelo
ministerial o levou a reunir 288 ministros de música (1 Cr 25).
Temos uma canção que foi inspirada na oração de Davi (cf.
anexo):
Bendito sejais ó Senhor nosso Deus/Deus de Israel e
senhor nosso Pai/ é a ti que pertencem grandeza e poder/pois obre a
terra como rei elevais.
Ao longo do Antigo Testamento
encontramos muitas canções. Que bom seria se elas inspirassem os
nossos cantores e cantoras como fonte rica ara a liturgia! Quanta
riqueza teríamos se, ao invés de versões modernas sem cor e sem
arte [de novelas e filmes nada cristãos], as canções coloridas e
cheias de vida da Bíblia fossem recuperadas! Citamos aqui, algumas
delas:
Moisés e Myrian - Ex 15
Ana - I Sm 2,1-10
Tobias
- Tb 13
Judite - Jt 16
Resgatados - Is 26
Ezequias - Is
38,9
Louvor - Is 12
Três jovens - Dn 3,51
Além disso,
a Sagrada Escritura traz, em seu interior, dois livros de cânticos:
Salmos e Cânticos dos Cânticos. O segundo é um canto do amado para
a amada e vice-versa; o primeiro possui cânticos atribuídos a Davi
(73); a Asaf (12); aos filhos de Coré (11). Estes seriam
compositores e animadores de canto no Templo.
1.2.
A
Música no Novo Testamento
A carta de São Paulo aos
Efésios 5,18-20 é um convite muito claro para que os primeiros
cristãos cantem:
E não vos embriagueis com vinho, no qual
há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com
salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e
cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e
Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
Jesus é o cerne
da canção do Pai. Por isso, o cerne de nossa canção será sempre
Jesus Cristo. Nele está a nossa inspiração. Disso os animadores e
animadoras não podem jamais se esquecer ou se afastar. A vida de
Jesus foi repleta de canções: antes do nascimento (Lc 1,46-55),
durante o nascimento (Lc 2,14), apresentação no templo (Lc
2,29-32), nas parábolas (Lc 15,11), na última ceia (Mt 26,30; Mc
14,26). Também os discípulos cantaram já no começo da Igreja (At
16, 15).
O canto de Colossenses 3,16 deve ser retomado,
pelo(a) animador (a) da música litúrgica, sempre, como oração,
como refrão que os prepare para o seu serviço dentro do Serviço
(leitourgia):
Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo;
instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria,
louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com
gratidão, em vosso coração.
Paulo não foi o único a
incentivar a canção. João, no Apocalipse 5,9 e 14,1 descreve um
imenso coral. Não confundir com uma canção novidade: João afirma
que um coral cantava o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro
(comparar: Ap 15,1-4 com Dt 32). Vemos aí um eco bonito da tradição
sendo lida lá atrás, no Antigo Testamento!
2.
A
Celebração da Eucaristia
Para começo de conversa
É de suma importância que os animadores e animadoras da
celebração (e isso não vale somente para o aspecto da música)
estejam em sintonia com o presidente. O desencontro de olhares e o
desconhecimento dos passos no decorrer da liturgia não passam
despercebidos aos olhos da assembléia. Isso gera um extremo
desconforto, um sentimento de completa desorganização, além de
desviar a atenção do orante. O simples fato de a assembléia ter em
mãos as letras dos cantos já é um passo significativo para o
colorido e a força espiritual que o canto revela. Tudo isso sem
mencionar alguns outros elementos, tais como:
2.1.1 o tempo
litúrgico;
2.1.2 o espaço celebrativo (capela menor, garagem,
rua, palanque, capela maior);
2.1.3 o respeito para com o sagrado
e o espírito de serviço;
2.1.4 o cuidado com as adaptações
feitas aos cantos litúrgicos;
2.1.5 o equilíbrio de ritmos para
os vários momentos celebrativos;
2.1.6 o conhecimento técnico e
a preparação dos instrumentos que serão utilizados na liturgia
(previamente);
2.1.7. Ensaio dos cantos antes da celebração,
sobretudo quando os textos são novos;
2.1.
Os
momentos dos cantos na Celebração da Eucaristia: sentido e Teologia
“Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo,
celebremos o
Rochedo da nossa salvação ”
Sl 95,1
2.1.1
Os
chamados ritos iniciais
Eles precedem a liturgia da
palavra. São: entrada, saudação, ato penitencial, Kyrie, glória e
oração de abertura (coleta). É preciso favorecer o modo pelo qual
os fiéis se reúnem, ou seja, possibilitar um clima agradável ao
local, à acolhida, à meditação. Muitas pessoas chegam cedo ao
local da celebração. Seria bom que se colocasse um fundo musical ou
então que a equipe da música tocasse algo que convidasse à oração.
Se o povo não conhece os cantos, é bom momento para se
passar um ensaio. Não é necessário cantar todas as estrofes mas
indicar o número dos cantos nas folhas ou nos livros. Deve se evitar
ao máximo, a afinação de instrumentos neste momento. Isso já
devia ter ocorrido bem antes da celebração bem como a equalização
dos mesmos (veja item 2.1.6).
a)
Sobre o canto
de Entrada
Após a introdução do animador (que deveria
ser bem breve situando a celebração no tempo litúrgico e na vida
da comunidade) procede-se o canto de abertura. Seja bem conhecido ou,
pelo menos, fácil de cantar. Esteja em sintonia com o tempo e com a
realidade da comunidade. O canto tem a finalidade de abrir a
celebração. Seja alegre, convidativo, atraente e é bom que todos o
conheçam e o cantem.
É importante apontar para um elemento:
todo canto tem sentido enquanto o rito acontece, logo, acabou-se a
entrada, cessa-se o canto! Mesmo assim, a CNBB sugere que “pode ser
útil prolongar o tempo deste primeiro canto, para que atinja sua
finalidade” (Doc. 43, n. 238). Finalidade esta de criar o clima que
promoverá a união orante da comunidade. A dança litúrgica, neste
momento, é de grande proveito e pode ser utilizada.
Bons
cantos para entrada: Vinde alegres (M. Altamir); Javé o Deus dos
pobres; Ó Senhor nós estamos aqui.
b)
Sobre o
ato penitencial
O canto deve conter o pedido de perdão.
O silêncio para a revisão de vida, tão importante para a
interiorização da misericórdia e bondade de Deus, nunca deve ser
omitido. Um gesto - estar de pé, de joelhos ou inclinar-se
profundamente - dará maior significado à confiança que a
comunidade deposita no amor de Deus.
É importante frisar
que, neste momento, deve se evitar os atabaques e baterias. É um
canto que convida ao recolhimento e não deve chamar a atenção para
si mesmo. Do contrário, quando se entoar o hino de louvor quase não
se verificará diferença nos dois momentos!
Sugestões:O
senhor perdoa; Senhor que reacendeis em nós; Confessemos os
nossos
pecados; É demais em nosso meio... (M: Altamir)
c)
Sobre o Hino de Louvor
É cantado fora do tempo do
advento e da quaresma, nas solenidades e festas. Deve ser cantado por
todo o povo e, para isso, bem conhecido. Pode ser alternado entre a
equipe de canto e a assembléia, ou o cantor e a assembléia. É
muito estranho que o hino do glória seja substituído por outro
canto qualquer. O que temos é um hino de louvor à Trindade, é
cristológico e pascal (Beckhäuser). Por ser um hino difere de um
canto, não tem estribilhos e refrões, deve ser cantado
integralmente
Sugestões: Glória a Deus nas alturas
(M: Altamir)
2.2.
Sobre o salmo
Faz
ressoar poeticamente a Palavra de Deus. É meditação e resposta. É
Palavra de Deus. Este é um ponto que muitas vezes é esquecido, ou
seja, parece que o Salmo é só um apêndice da liturgia da Palavra.
Seria bom que, pelo menos o refrão, todos cantassem. Por ex.: “Com
júbilo bebei da fonte salvadora”.
Temos muitas melodias de
salmo, em gregoriano, que conduzem serenamente à oração e à
reflexão. Os monges beneditinos do Mosteiro da Ressurreição
(Paraná) já têm muitos CDs gravados que possibilitam uma fácil
aprendizagem e diálogo orante com a assembléia.
Sugestões:
Sl 15; Sl 45;
2.3.
Aleluia
É um
grito de alegria por nos ser dado ouvir a Palavra de Deus, mensagem
de salvação. Vem com uma frase bíblica que nos prepara para ouvir
o próprio evangelho (advento e quaresma, sem o aleluia). É o “eu
te amo” de Deus para nós. Ao contrário do que se pensa, ou seja,
somente um canto para aclamação, o aleluia é um rito em si mesmo.
Sendo assim nele a assembléia manifesta o seu acolhimento ao Senhor
que falará no Evangelho. Aqui lembramos o clássico texto da carta
aos Hebreus: “De muitos modos Deus falou outrora aos nossos pais
pelos profetas. Nestes tempos, que são os últimos, nos falou pelo
seu próprio filho.” (Hb 1,1-2). Fica, então, o importante convite
a não passarmos ao largo deste momento tão excelente na celebração
da Eucaristia!
2.4.
Sobre o canto para as
oferendas
Tema a finalidade de realçar o sentido das
oferendas, é facultativo. Pode ser feito apenas um fundo musical,
ou, após a oração do sacerdote, canta-se um refrão. Aqui vale
repetir o que foi dito sobre o canto de entrada: os cantos na
celebração tem a função de acompanhar o rito e não ao contrário.
Logo, quando se termina o rito, cessa-se o canto. Um exemplo é o
canto de entrada onde muitas vezes o presidente chega ao altar e o
canto continua com mais duas ou três estrofes!
Obs:
“o canto não deve necessariamente falar de ofertas, mas pode
recordar a vida do povo de modo condizente com o ato litúrgico ou
simplesmente harmonizar-se com a celebração do mistério do dia de
acordo com a tradição” (CNBB, doc. 43, 296).
2.5.
Sobre o Sanctus
É essencialmente um canto do
povo. Senão não se diria “a uma só voz, cantemos...” É bom
prestar atenção a um detalhe: o texto diz pleni sunt coeli et
terrae gloria tua. A tradução “o céu e a terra proclamam vossa
glória” não é muito bem aplicada. Se o povo todo não vai cantar
não tem sentido ouvirmos: “cantemos a uma só voz...”
Sugestões: Santo (M. Altamir)
2.6.
Cordeiro
Faz alusão ao Cordeiro pascal. Pode ser
cantado pelo coral ou pelo solista. É importante que todos cantem
dai-nos a paz. É bom recordar como é importante prestar atenção
ao que está sendo rezado. É comum ouvirmos, na celebração,
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo (no plural). Ora, de
acordo com o texto bíblico, o sentido da redenção de Jesus é
muito mais profundo, arranca (do greg. airon) o pecado pela raiz.
(Cf. Jo 1,29). Veja-se que não se fala dos pecados dos homens, mas
do mundo. O cordeiro elimina o pecado não o fazendo seu, mas
dando o Espírito. Elimina o pecado que é morte, dando o Espírito
que é vida. (J. Mateos - J. Barreto)
Sugestões: ó
Cordeiro de Deus (M. Altamir)
2.7.
Comunhão
Exprime a alegria da participação na ceia do Senhor. O povo
de Deus caminha em marcha aproxima-se da fonte da vida. Algumas
expressões são fundamentais na escolha destes cantos: falar sobre
refeição, sobre a mesa e a alegria, a partilha e a fartura. Não se
fala mais do pão e do vinho, mas do corpo e do sangue do Senhor.
Começa-se o canto quando o sacerdote comunga prolongando-se à
medida em que a assembléia o faz.
Sugestões: A mesa
tão grande e vazia
Considerações finais
Este
esboço não pretendeu ser “a diretriz” no que se refere à
questão da música na liturgia. Entendemos que precisa ser ainda
mais trabalhado e aprimorado. Nem de longe podemos negar um dos
aspectos mais importantes que se configura como o coroamento deste
ensaio: a prática.
Só através da prática, aliada a uma
contínua dedicação e oração, será possível trazer ao povo um
verdadeiro espírito cristão de vivência eclesial. Somente com o
empenho em melhorar cada vez mais será possível tornar a liturgia
mais propícia a um diálogo vivo e sincero com o Autor e Consumador
de nossa fé. Não são os shows ou os diversos recursos tecnológicos
que propiciarão um verdadeiro encontro com Deus, mas um coração
aberto que se coloca à Sua escuta. Neste sentido, a equipe de
liturgia, cantores, instrumentistas e animadores têm muito a
oferecer, em comunhão com o presbítero, para uma melhor realização
do rito.
Nossa contribuição é pequena, mas quer valorizar
o que já se tem. Não quer ser rigorista e nem legalista, mas
despertar uma profunda consciência de que a celebração da vida
merece todo o cuidado e atenção de nossa parte.
Bibliografia
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sugestões. São Paulo: Paulinas, 1998.
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“Questões de música litúrgica II”. Cadernos de Evangelização.
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____________________. “O sinal da cruz no início da
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____________________. “Equipe litúrgica: um ministério
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BECHÄUSER. OFM, Frei Alberto. Novas mudanças
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BÍBLIA SAGRADA. Almeida
Revista e Atualizada.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. Paulus, 2002.
CNBB. Estudo sobre os cantos na Missa. São Paulo: Paulinas,
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Palavra de Deus. São Paulo: Paulinas, 1994. (Documentos da CNBB)
CNBB. Animação da vida litúrgica no Brasil. São Paulo:
Paulinas, 1989. (Documento)
CNBB. Diretório para Missas com
grupos populares. São Paulo: Paulinas, 1977. (Documento)
COMPÊNDIO
DO VATICANO II. Constituições, decretos, declarações. Petrópolis:
Vozes, 1982.
FALSINI, Rinaldo. A Liturgia: respostas às
perguntas mais provocadoras. São Paulo: Paulus, 1999.
LEBON,
Jean. Para viver a liturgia. São Paulo: Loyola, 1986.
LIMA,
Marco A. Morais, SJ. “O sanctus na oração eucarística a na
pastoral do canto litúrgico”. Perspectiva Teológica, n. 102
(2005), 239-254.
MATEOS, Juan - BARRETO, Juan. O Evangelho de
São João. São Paulo: Paulinas, 1989.
VAGAGGINI. OSB,
Cipriano. El Sentido teológico de la liturgia. Madrid: BAC, 1959.
*Os
cantos sugeridos são de minha autoria e podem ser pedidos pelo site.
Salmo IS – 12. Sagrado Coração de Jesus
Dm Bb Am Dm
Com júbilo bebei da fonte salvadora.
Dm Bb
Dm F Dm Am7 Dm
Deus
é meu Salvador, nada temo e confio; Minha força e meu canto, é ele
quem me salva.
Dm Bb Dm
Am Dm
Com
júbilo bebei da fonte salvadora, Celebrando o Senhor, bendizendo o
seu nome.
Aos
povos proclamai seus imensos prodígios, A todos recordai quanto o
seu nome é santo.
Exaltai
o Senhor, que ele fez maravilhas. Aos extremos da terra é preciso
dizê-lo
Vós,
que habitais Sião, exultai e cantai, Porque é grande entre vós o
Santo de Israel.
"Onde há vontade, há um Caminho"