Total de visualizações de página

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Cinco fatos que talvez você não saiba sobre o Padre Pio e seu anjo da guarda

 

 
Hoje a Igreja celebra a festa de São Pio de Pietrelcina, o sacerdote dos estigmas e Santo tinha muita devoção e proximidade a seu anjo da guarda. Confira a seguir, segundo a tradição, cinco fatos que talvez não sabia sobre o Pe. Pio e os anjos.
1. Achava que todos podiam vê-lo
Segundo a Obra dos Santos Anjos, associação católica que difunde entre os fiéis a devoção dos santos Anjos e possui estatutos próprios aprovados pela Santa Sé, dizem que quando o Pe. Pio ainda era muito pequeno começou a ter visões do seu anjo da guarda, Jesus e Maria. Sua mãe disse que ele pensava que todo mundo podia vê-los.
2. Juntos contra o demônio
Em certas ocasiões, o demônio manchava as cartas que seu confessor lhe enviava e seguindo o conselho do seu anjo da guarda, quando chegava uma carta, antes de abri-la, o santo a aspergia com água benta e desta maneira podia lê-las.
“O companheiro de minha infância tenta suavizar as dores que me causavam aqueles impuros apóstatas embalando meu espírito como sinal de esperança” (Carta. I,321), destacava o santo sacerdote.
Não obstante, certa vez o demônio estava batendo em Pe. Pio e o santo chamou várias vezes em voz alta seu anjo da guarda, mas foi inútil. Em seguida, quando o anjo apareceu a consolá-lo, Pe. Pio zangado lhe perguntou por que não o socorreu.
O anjo lhe respondeu: “Jesus permite estes assaltos do diabo porque Sua compaixão te faz querido a Ele e queria que lhe assemelhasse isso no deserto, no jardim e na cruz” (Carta I, 113).
3. Traduzia as cartas
Quando recebia alguma carta escrita em francês, o anjo da guarda a traduzia. Uma vez, Pe. Pio escreveu: “Se a missão de nosso anjo da guarda é importante, a do meu com certeza é maior, porque também deve ser professor na tradução de outras línguas” (Carta I,304).
4. Seu anjo o despertava e rezava com ele
Narrava o Santo capuchinho: “De noite, fechava meus olhos, via descer o véu e abrir-se diante de mim o paraíso; e, consolado por esta visão, durmo com um sorriso de doce e feliz nos lábios e com uma grande tranquilidade no meu semblante, esperando que meu pequeno companheiro de infância venha despertar-me e, desta forma, rezar juntos as orações matutinas ao amado de nossos corações” (Carta I,308).
5. Falava com outros anjos da guarda
“Se precisarem de mim – repetia o Santo aos seus filhos espirituais –, podem me mandar seu anjo da guarda”. Certo dia, Frei Alessio Parente (Frei menor capuchinho) aproximou-se de Pe. Pio com algumas cartas na mão a fim de fazer-lhes algumas perguntas e o sacerdote não pôde atendê-lo.
Em seguida, o sacerdote dos estigmas o chamou e lhe disse: “Não viu todos aqueles anjos que estavam aqui ao meu redor? Eram os anjos da guarda dos meus filhos espirituais que vieram trazer-me suas mensagens. Tive que responder-lhes rapidamente”.
O venerado Pe. Pio de Pietrelcina sempre reconheceu e agradeceu a missão do anjo da guarda como “mensageiro” e por isso recomendava sua devoção.

Do Blogger:
Deus confiou aos Seus anjos o guardar-te em todos os teus caminhos.”
(Salmo XC, 11)
É uma verdade de fé, diz o exímio teólogo Francisco Suarez, que Deus, em Sua inefável providência, confiou os homens, enquanto peregrinam por este mundo, à guarda dos Santos Anjos. E é igualmente doutrina católica, que a cada homem, desde o primeiro instante do seu nascimento, é assinado um anjo em especial como seu particular guardador. “Singulis hominibus ab ortu nativitatis suae singulos angelos ad custodiam esse deputatos, assertio catholica est.”[1]
Este ensinamento é fundado sobre a autoridade da Sagrada Escritura e dos santos Padres. Quanto à Escritura, um dos textos sobre que principalmente se apoia, é o versículo, que há pouco citamos do salmo nonagésimo: “Deus confiou aos Seus anjos o guardar-te em todos os teus caminhos. Angelis suis Deus mandavit de te, ut custodiant te in omnibus viis tuis.
É este versículo rico de doutrina. Cada uma de suas palavras merece ser meditada. E nós o faremos seguindo as pegadas do doutor melífluo, S. Bernardo, que assim as vai comentando: “Quem confiou? a quem? Que foi confiado? a respeito de quem? Oh, que grande reverência te não deve inspirar uma tal disposição da Providência de Deus, quanta devoção infundir, quanta confiança trazer! Reverência, pois assim o exige a presença, certa de fé, dos santos anjos; devoção em retorno dos benefícios que te dispensam, e confiança pelo fato de estares sob os cuidados de tais guardadores.” (Sermo XII in ps. XC.).


"Onde há vontade, há um Caminho"

Um comentário:

  1. eu acredito nos anjos da guarda e fico triste quando vejo que muitos não creem.

    ResponderExcluir

“Todo o conteúdo destes Blog é livre para uso, até porque o Espírito Santo não cobra 'Direitos Autorais' ”