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sábado, 7 de julho de 2012

Os enganos da “riqueza”


    

   Muita gente se sente incomodada com o fato de conhecidas pessoas não tementes a Deus se darem muito bem em seus negócios e terem uma vida de progresso, enquanto os outros que são fiéis ao Senhor passam por situações difíceis. Tem razão o autor de Eclesiates na passagem 7,15 ao dizer: “... há justo que morre permanecendo justo e o ímpio que dura apesar de sua perversidade”. Por que isso acontece?
   São Paulo tem uma explicação para o caso. Primeiro, ele nos ensina a olhar para a questão de uma perspectiva diferente. Ao falar sobre sua próprias circunstâncias, seus sofrimentos e suas privações, Paulo conclui afirmando que, mesmo sendo pobre, pode enriquecer a muitos; mesmo não tendo nada possui tudo.
    Veja bem: o homem mais rico deste mundo não pode comprar com todo o seu dinheiro aquilo que nós podemos ter de graça. Não é maravilhoso? Nosso tesouro, segundo o ensino do Mestre Jesus Cristo no Sermão da Montanha, não precisa e nem adianta ser acumulado sobre a terra, pois as coisas deste mundo darão conta de destruí-lo. A verdadeira riqueza deve ser guardada para o céu: “ajuntai para vós tesouros do céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam”.
    Em nenhuma página da Bíblia consta a exigência de um voto de pobreza. Podemos e devemos ter sonhos, nossos projetos e nossas metas. Mas, o que não devemos fazer é concentrar todos os nossos planos em acumular como se a vida mundana fosse o objetivo maior de nossa vida. Pois é ai onde reside o conceito de São Paulo: mesmo se eu não tiver nada, posso ter tudo, pois não há nada mais valioso do que a salvação em Jesus Cristo. Mesmo sendo pobre ou não tendo todos os bens que gostaria de ter, posso enriquecer a muitos, anunciando-lhes a maravilhosa graça de Jesus.

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