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sábado, 2 de junho de 2012

Papa propõe que famílias ricas apadrinhem as pobres


O Papa Bento XVI propôs neste sábado, diante de 350 mil pessoas reunidas em um parque de Milão, que famílias de países ricos apadrinhem famílias de países pobres.
Lembrando que já existem apadrinhamentos em nível cultural entre cidades, Bento XVI propôs, sob aplausos, a ampliação desse sistema, para ajudar famílias em dificuldades nos países pobres.
Durante o encontro mundial das famílias, o Papa sugeriu que "uma família da França, Alemanha ou Itália assuma a responsabilidade de ajudar" uma família necessitada.
Em meio ao ambiente festivo, regado a músicas populares, o pontífice respondeu a perguntas dos fiéis sobre a sociedade e família, como a da psicoterapeuta brasileira Maria Marta Araújo, que citou o caso dos divorciados que voltam a se casar e não têm o direito de comungar.
"Muitas dessas pessoas que se casam novamente gostariam de se aproximar da Igreja, mas os sacramentos lhes são negados. Elas se sentem excluídas, afetadas por um julgamento irrevogável. Que palavras e sinais de esperança lhes podem ser dados?", perguntou a brasileira.
O Papa respondeu que as paróquias devem ajudar esses casais, e que eles "são amados, não estão de fora, são aceitos e vivem plenamente na Igreja. Eles podem se alimentar espiritualmente da eucaristia, estando presentes à comunhão."
"Os divorciados que voltam a se casar podem oferecer seu sofrimento a modo de dom à Igreja", acrescentou o pontífice.
Bento XVI defendeu ainda o descanso dominical, cada vez menos respeitado nos países ocidentais: "Defendamos a liberdade do homem defendendo o dia do Senhor."

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