Total de visualizações de página

quarta-feira, 4 de maio de 2011

SantaTeresa D’Ávila


Vocês sabem de onde procedem os ensinos místicos católicos?
De SantaTeresa D’Ávila.

       Este material me foi enviado pelo CPR (Centro de Pesquisas Religiosas), com o qual tenho a alegria de colaborar há mais de dez anos, num trabalho (tradução de Inglês) que tem transformado a minha “terceira idade”  numa vivência de grande alegria e paz, colaborando na obra do  Senhor Jesus Cristo, nosso grande Deus e Salvador eterno. A Ele e somente a Ele seja toda honra e glória pela minha alegria de colaborar com o CPR, no sentido de alertar os crentes contra os engodos das seitas ditas cristãs.
         Antes de entrar no assunto, preciso explicar aos leitores que a Igreja Emergente é a moderna igreja americana (infiltrada em todo o Ocidente) que prega as “Colheitas”, os “Propósitos”, a “Meditação Transcendental” disfarçada sob o nome de “Oração Contemplativa”, enfim, uma série de engodos católicos e pagãos, que os crentes vão engolindo por falta de discernimento bíblico, confiando nos pastores, cujo objetivo precípuo é encher suas igrejas de analfabetos bíblicos e dizimistas fiéis.

         Vamos dar a palavra ao autor do artigo.

         Esta obra sobre a Oração Contemplativa [Meditação] da nova espiritualidade dentro do novo Evangelicalismo, vai prosseguir com este exame sobre “Santa” Teresa D'Ávila [por acaso, a padroeira de Teresópolis, RJ) – MS]. A idéia aqui é continuar mostrando as personalidades mais importantes, associadas à Espiritualidade Contemplativa do chamado “Cristianismo” Místico, o qual tem deslanchado, em escala total, uma invasão na Igreja do Senhor Jesus Cristo.  Sem dúvida alguma, uma das fontes principais da maior parte dos ensinos conduzindo a este apelo do moderno Gnosticismo, no sentido de alcançar a suposta “luz interior”, tem sido Teresa D’Ávila. Neste artigo veremos o contexto no qual realmente ocorrem as visões e os ensinos heréticos desta perturbada freira católica romana, no Século 16: “Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus” (1 João 3:11).

Os Amigos Religiosos de Teresa D'Ávila

        Iniciei esta série com um pano de fundo sobre Richard Foster. Agora vamos examinar esta freira mística chamada Teresa D’Ávila. Vocês devem se lembrar que em seu livro “Celebration of Discipline”(Celebração da Disciplina - COD), enquanto Richard Foster discute sobre imaginação, este guru da Contemplação nos diz:
        
         Podemos descer da mente para o coração, mais que facilmente, através da imaginação... Não devemos desprezar a rota mais simples e humilde para chegar à presença de Deus... O próprio Jesus ensinou desta maneira, fazendo constante apelo à imaginação, e muitos dos mestres devocionais nos encorajam a fazê-lo. SantaTeresa D’Ávila diz: “Quando eu não conseguia fazer reflexão com o meu entendimento, criava um retrato de Cristo dentro de mim”.
Muitos de nós podemos nos identificar com as suas palavras, pois também temos tentado uma aproximação simplesmente cerebral, tendo achado a mesma abstrata demais, por demais desconectada (Ênfase do autor).
           
E uma das pessoa mais responsáveis em colocar os fundamentos para o tipo de suicídio teológico, conforme acima descrito, é esta freira católica romana, Teresa D’Ávila, a qual, o próprio Richard Foster (que é um quaker) promove como uma fonte ortodoxa da doutrina cristã. Já documentamos inteiramente, em outra parte, a extensão em que os quakers estão envolvidos nesse tipo de misticismo. O respeito que Foster tem, e os próprios quakers, pela chamada “Santa” Teresa torna-se por demais evidente, à medida em que consideramos o seguinte, retirado do Quaker.org, em um artigo intitulado “The Religious Society of Friends (Quakers) as a Religious Community”, por Anne K. Riggs, que é exatamente um membro do “staff” do “Ecumenical Secretariat of the National Conference of Catholic Bishops”. Outra confirmação ainda da inclinação ecumênica - dos quakers e de Foster - ocorre também com a Igreja Católica Romana (ICR). Riggs informa: “Falar sobre Deus, principalmente como a luz, conforme o fazem os Amigos, limita a articulação discursiva e conduz, por si mesma, aos caminhos ‘"apofáticos"” (silenciosos?) [Termo não encontrado no Dicionário de Webster,  nem no Aurélio - MS], do pensamento sobre Deus e da aproximação com Ele - caminhos que enfatizam a incompreensibilidade de Deus à mente humana.  (Grifo do autor).
Os Amigos consideram a oração infusa prescrita por Teresa D’Ávila às Quatro Mansões do Castelo Interior, como um misterioso dom universal que Deus oferece a qualquer pessoa que deseje recebê-lo. A descrição de Teresa da fonte que fica cheia da nascente direta, Deus, está bem próxima das expectações dos Amigos para as orações, tanto públicas como particulares, nas quais eles se “sentam em pura quietude e silêncio de toda a carne e esperam pela luz”.
Permitam-me ressaltar aqui duas partes. Em seu livro de disciplinas espirituais - The Sacred Way  (A Via Sagrada), o qual vem sendo até mesmo recomendado pelo amigo de Richard Foster, Brian McLaren, o teólogo emergente Tony Jones nos conta que a meditação apofática (silenciosa) exige silêncio. Como aOração de Jesus e a Oração Interior, a demanda de auto-esvaziamento exige que o meditador encontre um local de verdadeira quietude (82). Então, agora vocês podem ver que quando Riggs fala da “oração infusa recomendada por Teresa D’Ávila” e que os quakers “se sentam em pura quietude e silêncio”, enquanto aguardam “a luz” (Deus), ela está se referindo a esse suposto tipo de meditação “cristã” “auto-esvaziadora”. Isso deixa cada vez mais claro, sob o título de “Misticismo Silencioso”, que Riggs nos fala um pouco mais sobre a “luz interior”.
No silêncio (meditação) que é ativo, a luz interior (supostamente Deus) começar a crescer - a partir de uma tênue centelha.  Para que a chama seja acesa e cresça, os súbitos argumentos e o clamor de nossas emoções devem ser aquietados. É através de uma atenção repleta de amor que possibilitamos que a luz interior se acenda, ilumine o nosso habitat e faça de todo o nosso ser uma fonte, a partir da qual essa luz possa brilhar. As palavras devem ser purificadas em um silêncio redentor, se quisermos manter a mensagem de paz. O direito de falar é um chamado ao dever de escutar. O falar nada significa, a não ser que haja mentes atenciosas e corações silentes. O silêncio é a aceitação de boas vindas ao outro. A palavra nascida do silêncio deve ser recebida em silêncio.
A compreensão do silêncio como uma arena ativa de condução e comunicação está muito próxima da compreensão monástica do silêncio. Basil Pennington fala do silêncio como   “suficiente”. “No final, o monge aprende que Deus fala através do silêncio e pode ser  ouvido em silêncio.”         Vocês podem ver aqui a influência gnóstica? Somente esses cristãos iluminados, que entendem e praticam a disciplina espiritual da oração contemplativa, o silêncio desta suposta meditação “cristã”, é que realmente aprenderão que “Deus fala pelo silêncio e pode ser ouvido em silêncio”. Isso leva à luz, que é realmente esta experiência subjetiva (meditação), a qual determina o que Deus supostamente tem dito e assim trazemos essa nova gnose (conhecimento) às Escrituras, quando, então, as usamos, a fim de interpretá-las. Por favor, notem o nome de Basil Pennington, pois falaremos mais deste homem, sobre quem Tony Jones diz: “É uma autoridade líder da oração interior”, à medida em que esta série prosseguir.
Por enquanto, embora vocês precisem apenas se lembrar que o “silêncio” é simplesmente outro caminho para se referir à “disciplina espiritual” da oração contemplativa, a qual é realmente a Meditação Transcendental travestida para engodar os cristãos. Desejo agora ser agradável. Pennington, que é membro da Ordem Cisterciana da Observação Estrita (Trapista) não quer necessariamente negar que Deus fala através das Escrituras. Contudo, o que é importante, ao dizer que “Deus fala através do silêncio”, Pennington está acrescentando  outra obra - a da meditação - para que alguém possa escutar Deus. E à medida em que vocês se aprofundarem no estudo desta nova espiritualidade, logo aprenderão que, exatamente como é ensinado por Fox e Teresa D’Ávila, antes dele, o que supostamente se escuta no silêncio, inevitavelmente ultrapassará o que a Bíblia realmente diz [na 2 João 9-10:
“Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis”].
           
A Doutora Devocional Teresa D´Ávila

         É aqui que chegamos ao ponto. Richard Foster, o próprio guru da Contemplação, apresentou “Santa Teresa D’Ávila - aka - “Teresa de Jesus”, como a autoridade principal do misticismo “cristão” em sua obra“Celebration of Discipline” (COD) e acabamos de ver o mesmo exato apelo no Quaker.org, o site oficial da“The Religious Society of Friends” (Quakers), à qual Foster também pertence. Então, agora se torna cada vez mais necessário examinar bem de perto quem foi exatamente Santa Teresa, a qual, segundo  o guru Foster, foi realmente a Doutora Devocional. 
         A Enciclopédia Americana  nos informa que: Em 1560, com aprovação das autoridades eclesiásticas romanas, Teresa fundou o primeiro dos seus mosteiros, sobre a mais antiga e rigorosa regra carmelita. Foi durante esse mesmo tempo que:
            Em obediência ao seu confessor, ela escreveu ‘VIDA’, uma narrativa  de sua experiências espirituais... com aprovação de Roma [Teresa] estabeleceu vários outros mosteiros carmelitas...
Durante esse período (1563-1568), Teresa escreveu também para as freiras dos seus mosteiros “The Way of Perfection” (O Caminho da Perfeição) uma instrução sobre os métodos de oração e os significados do alcance da virtude. Em 1567, através de amizade com S. João da Cruz, ela começou a incentivar o estabelecimento dos mosteiros carmelitas reformados para homens.
Em meio a esses cuidados, ela continuou a amadurecer espiritualmente e em 1572, conforme sua própria iniciativa, ela atingiu o enlace espiritual, o mais alto estágio da vida espiritual, através do qual a alma fica absorta em Deus... Sua maior obra espiritual [foi] o ‘Castelo Interior’ (1513) (Ênfase do autor).
Em seguida, na Enciclopédia Harper de Experiência Mística e Paranormal  (HEMPE), colhemos algumas informações mais interessantes sobre essa freira carmelita espanhola.
         Teresa D’Ávila. Parece que ela foi atormentada pela moléstia na maior parte de sua vida. Em 1538, Teresa ficou muito doente “do que poderia ser malária” e em razão de “alguns medicamentos experimentados, ela entrou “num estado de quase coma”, por três dias, e ficou sem andar por três anos (610). Então fomos informados que:
         Durante a sua moléstia e convalescença, ela fazia orações mentais diárias, as quais, por sua vez, conduziram-na a experiências com a oração mística. Ele atribuiu sua recuperação a São José. Em 1555, ela começou a receber vozes e revelações. Em 1557, após dois anos de intervalo, ela experimentou o primeiro êxtase, quando se sentiu conduzida para fora do corpo. Após ter tido muitas extraordinárias experiências místicas, inclusive visões de Cristo e a sensação de sua presença ao seu lado...
         Ela passava longos períodos em intensa meditação, os quais chamava oração da “quietude” e “oração da união”. Durante essas orações, ela sempre caía em transe e às vezes fazia vôos místicos, nos quais ela se sentia como se sua alma tivesse se desprendido do corpo. Ela comparava o êxtase a uma “deleitosa morte”, dizendo que a alma se torna desperta para Deus como jamais antes ficara, quando as faculdades e sentidos estão “mortos”. (Ênfases do autor).

Misticismo Aprovado pela Roma Papal

         E antes que vocês pensem que estou sendo descortês na apresenta supra da HEMPE, esta também é confirmada pela Enciclopédia Católica (CE), a qual deveria, certamente, ser considerada uma fonte simpática a Teresa D’Ávila. Obviamente, ela foi “canonizada” como “santa” pela apóstata Igreja de Roma, sendo também uma das duas únicas mulheres a receber o título de “Doutoras da igreja”. Na CE lemos que, em novembro de 1535, com a idade de 20 anos, Teresa Sanches Cepeda D’Ávila e Ahumada entrou:
         No Convento Carmelita da Reencarnação, em Ávila... tendo recebido uma prolongada medicação e tão inadequado tratamento que ficou reduzida ao mais penoso estado; e mesmo após uma parcial recuperação, através da intercessão a São José, sua saúde continuou periclitante. Durante esses anos de sofrimento, ela começou a praticar a oração mental, porém temendo que algumas conversações com os parentes de mente secular, que as visitavam frequentemente, pudessem torná-la indigna das graças sobre ela derramadas, ela parou com as orações, até cair sob a influência - primeiro dos dominicanos e depois dos jesuítas.
         Esta é uma informação por demais interessante da própria CE, a qual confirma ainda mais a aprovação papal em relação ao tipo de espiritualidade contemplativa, na “prática da oração mental”. Em seguida, descobrimos que Teresa havia aparentemente suspendido sua tendência ao misticismo, pelo menos até ter caído sob a influência, ou talvez para ser mais precisos, “primeiro dos dominicanos e em seguida dos jesuítas”. E não foi apenas isso, pois ainda nos foi também confirmado que a blasfêmia de Roma em atribuir uma suposta “cura” a um ser humano falido, no caso São José, a CE prossegue:
         Entrementes, Deus havia começado a visitá-la com “visões e locuções intelectuais”, isto é, com manifestações, nas quais os sentidos exteriores não tinham valor algum, enquanto as coisas vistas e as palavras ouvidas eram diretamente impressas na mente, dando-lhe maravilhosa força nas provações, repreendendo-a pela infidelidade e aconselhando-a no sofrimento.
         Vocês precisam saber que esse continua sendo um tipo muito comum de engodo usado por Satanás para enrodilhar aqueles que não são fiéis a Deus, no que diz respeito à vida espiritual, conforme a Bíblia.  Alguém tem um encontro espiritual de algum tipo e como se trata de uma “boa” experiência, esse alguém acredita que ela realmente  proveio de Deus. Contudo, um cuidadoso exame nas tentações de  Cristo poderá nos mostrar que o Diabo pode oferecer às pessoas o que, aparentemente, será para o bem delas; contudo, em vez disso, virá a ser algo que realmente lhe causará dano, num futuro remoto. No triste caso de Teresa, essas “visões e locuções” conduziram-na mais depressa ao engodo do chamado misticismo cristão, para em seguida acorrentarem-na ao mais profundo do coração sem arrependimento da apóstata Roma.
         Em seguida, veremos testemunhos dos caminhos reprováveis que conduzem a grandes extensões, com o objetivo de experimentar e reconciliar suas aberrações e heresias, conforme nos conta a CE, que Teresa era:
         Incapaz de reconciliar tais graças com as suas imperfeições, as quais sua consciência delicada apresentava como graves pecados, ela teve o recurso, não apenas dos confessores mais espirituais que iria encontrar, como também de homens piedosos, os quais, jamais suspeitando que suas narrativas de pecados eram sempre exageradas [por serem baseadas numa consciência escrupulosa - MS], acreditavam que essas manifestações eram obra dos maus espíritos. Quanto mais ela se esforçava para resistir-lhes, mais poderosamente  eles faziam a obra de Deus em sua alma. Toda a cidade de Ávila vivia preocupada com os registros das visões desta freira. Foi confiado a São Pedro de Alcântara, e mais tarde aos dominicanos (particularmente a Pedro Ibañez e Domingo Bañez) ambos jesuítas, e a outros padres religiosos e seculares, discernir a obra de Deus e guiá-la por uma estrada segura.

A Larga Estrada Para a Futura Família Global

         Homens e mulheres, este é dificilmente o tipo de testemunho que poderíamos esperar de alguém que, realmente, estivesse sendo guiado por Deus. Vemos aqui um modo pelo qual o SENHOR está testando hoje a Sua Igreja. Se a Reforma, a qual foi centralizada na doutrina da Justificação - o exato âmago do Evangelho - foi realmente trazida por Deus, então Teresa D’Ávila, como devota católica romana, nem mesmo era cristã. E se ela não era cristã, isso poderia  significar que a fonte de suas experiências espirituais não era do SENHOR, mas, em vez disso, ela era guiada por espíritos enganadores, os quais, na certa, lhe apresentavam doutrinas de demônios. 
         Aqui ficamos com a verificação de que a nova Igreja Evangélica Ecumênica do Engano (ECoD) está em vias de liquidar a Reforma e, desse modo, através da nova Oração Contemplativa, isto é, da Meditação Transcendental para os cristãos, as pessoas que estão espalhando os místicos pensamentos de enganadores, como Teresa D’Ávila, estão, realmente, ajudando a colocar os fundamentos da Família Global, a qual será governada pelo Anticristo, um dia... ou “logo mais” ...


Traduzido por Mary Schultze

Um comentário:

  1. esse site é catolico..ouo quÊ??? uma gadegt do vaticano e um artigo desse chamando Santa Teresa d'avila de perturbada.. espero resposta dos autores, pois sinceramente nao consegui identificar qual religião dos responsáveis pelo endereço. obrigado. Deus abençoe!

    ResponderExcluir

“Todo o conteúdo destes Blog é livre para uso, até porque o Espírito Santo não cobra 'Direitos Autorais' ”