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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Crucifixo de Limpias

Cristo de Limpias

No início do ano 1919 aconteceram as missões na Paróquia de Limpias.

 No último dia da missão, enquanto o sacerdote celebrava a Santa Missa, proferindo uma homilia baseada nas palavras de Prov. 23,26, outros dois sacerdotes se encontravam nos confessionários.

Uma menina de 12 anos entrou no confessionário e comunicou ao sacerdote que a imagem do Santo Cristo estava com os olhos fechados. O sacerdote, pensando que era fruto da imaginação da menina, ignorou o acontecimento. Terminada a homilia do sacerdote celebrante, este outro sacerdote se aproximou para notificar o que estava acontecendo.

 Ambos olharam para o crucifixo sem ver que algo não-usual acontecera. Simultaneamente, um dos fiéis que se encontrava na igreja gritou: "Olhem o crucifixo!" Em poucos minutos as pessoas confirmaram com entusiasmo o que as crianças haviam visto. As pessoas ali presentes começaram a chorar, outros gritavam que haviam visto um milagre e outros caíram de joelhos pedindo a Deus por misericórdia.

Para verificar o fenômeno, quando se conseguiu esvaziar o templo, o pároco subiu com uma escada de mão até a santa imagem tocando o rosto e o colo com um pano, e pôde comprovar que a imagem transpirava, confirmando o fato mostrando a todos ali presentes seus dedos umedecidos.

A segunda manifestação aconteceu em 13 de abril de 1919, no Domingo de Ramos, quando dois homens importantes de Limpias se aproximaram do altar duvidosos do que ali acontecia e considerando os fatos como histeria coletiva e alucinação.; ao aproximarem-se puderam ver os olhos e a boca do Cristo moverem-se. Simultaneamente caíram de joelhos pedindo perdão e clamando por misericórdia.

A terceira manifestação aconteceu em 20 de abril de 1919, no Domingo da Ressurreição, na presença de um grupo de irmãs religiosas da ordem das Filhas da Santa Cruz, que viram os olhos e a boca do Santo Cristo moverem-se enquanto rezavam o santo Rosário.

A partir de 14 de abril do mesmo ano, as manifestações se repetiram quase diariamente, e como era de se esperar a igreja se mantinha abarrotada de gente que desejava ver o milagre. Conta o Rev. Barón Von Kleist, sacerdote da vila que muitas eram as pessoas que testemunhavam que Nosso Senhor havia olhado para elas, a uns de forma sutil, a outros com certa tristeza, e inclusive a alguns com um olhar penetrante e de través.

Muitos viram lágrimas em Seus olhos, outros relatam ter visto gotas de sangue caírem das feridas produzidas pelos espinhos de Sua coroa. Foram muitas e variadas as manifestações que se relataram, desde ver a imagem do Cristo mover Seus olhos de lado a lado na hora da bênção e pousando Seu olhar cativante sobre toda a assembléia ali presente, até mover Sua cabeça coroada de espinhos e suspirar...

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