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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Chesterton explica como o cristianismo salvou a família




Entenda por que a educação atual está baseada na premissa de que qualquer um educa as crianças melhor que seus próprios pais
O escritor inglês Gilbert K.Chesterton (1874-1936) tratou sobre a família em diversos ensaios. Por ocasião do atual sínodo da família, a Aleteia apresenta uma série de artigos sobre o pensamento de Chesterton acerca do modelo familiar.

Após a II Guerra Mundial, houve uma época de escassez na Europa. Nesse marco de pobreza, para Chesterton não parecia rentável que, para o trabalho que fica sem fazer, outras pessoas fossem contratadas. Este é o mecanismo de um costume arraigado nas famílias inglesas, que consiste em incorporar à casa diversas profissionais: domésticas, passadeira de roupa, babás.

As substituições sucessivas

Para o trabalho do lar, contrata-se uma assistente, explica Chesterton. Esta, por sua vez, precisa pagar a alguém para que faça o mesmo em sua casa. E assim sucessivamente. Dessa forma, satisfaz-se o velho sonho capitalista de uma infinita coleção de domésticas.

Também existe a passadeira de roupas. E a babá. Mas a criança não precisa tanto de uma babá, e sim da mais individual atenção dos individuais pais ao individual filho.

Somente as coisas destrutíveis e partíveis podem ser trocadas. Ninguém pensa em ir a uma escola e dizer: "Quero vinte centímetros de criança". Por isso, ao mesmo tempo que é individual, a criança é indivisível. E sua educação é a função menos intercambiável da família.

A família é insubstituível

Mas este princípio corre perigo. Na educação infantil, os pais são amadores, com um conhecimento muito rígido na ação e mais amoroso no propósito.

Depois, chega a escolarização. A educação moderna está baseada em que um pai tem mais possibilidades de ser cruel com seu filho que qualquer outra pessoa.

Considera-se que uma mãe nem sempre é sensata quanto à dieta do seu filho, então a escola o entrega ao Dr. Crippen. Opina-se que um pai não ensina aos seus filhos a moralidade mais pura, então o colocam sob a tutela de Eugene Aram.

Precisamos fazer uma breve explicação. Chesterton acabava de colocar cada criança nas mãos de dois delinquentes conhecidos em sua época. Hawley Harvey Crippen, o nutricionista, era um homeopata americano que foi enforcado pelo assassinato de sua esposa. O encarregado da moral da criança, Eugene Aram, foi um professor suspeita de fraude que matou seu cúmplice, sendo por isso executado.

Isso nos situa em um cenário de mau prognóstico: presume-se que os pais são mais cruéis que aqueles conhecidos criminosos. E isso é como pensar que, ao roubar uns filhotes, a loba não os defenderá. Por isso, quando o princípio coercitivo completar seu processo, qualquer um será considerado bom para educar nossos filhos, qualquer um… menos seus pais.

Mas Chesterton, como o coelho que o mágico tira da cartola, nos surpreende com uma generosa quantidade de otimismo. Para isso, dá um giro de 180 graus e nos remete a um modelo de família: a família na qual Deus foi educado e cresceu em estatura, sabedoria e graça.

É ao contrário que se vê claro

Quando se gira uma imagem, é preciso realizar a operação inversa. Isso foi o que aconteceu com a família na civilização pagã. O cristianismo, para Chesterton, é a maior revolução que já existiu. Mas esta grande força não destruiu o mundo pagão. Só o inverteu.

Ou seja, não negou a tríade de: 1. Pai, 2. Mãe, 3. Filho. Simplesmente a leu ao contrário, transformando-a em: 1. Filho, 2. Mãe, 3. Pai.

Isso não se chama só família, mas Sagrada Família. O cristianismo, segundo Chesterton, foi absolutamente inovador ao fazer o que nenhuma civilização havia feito até então: dar importância aos filhos.

O que podemos aprender de Chesterton para a educação dos nossos filhos? Mais que ensinamentos, aprendemos uma atitude: olhar para o alto, seja na postura que for, porque muitas coisas se tornam sagradas quando as viramos para cima. E Maria, que guardava todas as coisas em seu coração, terá o olhar dirigido à Igreja.

A reflexão sobre a beleza e os valores da família, bem como sobre aquelas que estão passando por situações difíceis, motivou o Papa a convocar o sínodo sobre a família na Igreja. Com artigos como este, queremos acompanhá-lo nesse caminho. É uma meta ambiciosa, mas acreditamos que vale a pena.
 


"Onde há vontade, há um Caminho"

domingo, 18 de setembro de 2016

Nosso pezar e codolências: Morre padre Gabriele Amorth, o 'exorcista mais famoso do mundo'





Padre estava internado em clínica, por problemas pulmonares.
Amorth dizia que já tinha realizado 70 mil sessões de exorcismos.

O padre Gabriele Amorth, provavelmente o exorcista mais famoso do mundo, morreu aos 91 anos, em Roma, na Itália, em uma clínica onde estava internado por problemas pulmonares.
Amorth que faleceu na noite de sexta-feira (16), de acordo com informações divulgadas neste sábado (17) pelos veículos de imprensa, dizia que durante sua vida tinha realizado 70 mil sessões de exorcismos.
Ele nasceu em 1925, em Modena, e entrou para a Sociedade de São Paulo em 1947, onde foi ordenado como sacerdote em 1951 e em 1985 foi nomeado exorcista oficial da Diocese de Roma.
Amorth foi um dos fundadores em 1990 da Associação Internacional de Exorcistas (AIE), organização que presidiu até sua aposentadoria, no ano 2000, e que só recentemente foi reconhecida juridicamente pelo Vaticano ao receber o sinal verde da Congregação para o Clero.
Sua morte foi confirmada pelo grupo editorial San Paolo, com o qual o sacerdote tinha publicado vários livros - um deles, "Deus é mais belo que o diabo" (2015), é considerado seu testamento humano e espiritual.
Sua nomeação como exorcista oficial fez dele uma celebridade no mundo. Nas entrevistas que concedia, assegurava que recebia até 600 pedidos por dia para realizar exorcismo.



"Onde há vontade, há um Caminho"

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Milagre Eucarístico em Buenos Aires.



Milagre Eucarístico em Buenos Aires.
Em 1996, quando o papa Francisco era bispo auxiliar sob o Cardeal Quarracino em Buenos Aires, um milagre eucarístico notório ocorreu. Foi o próprio papa atual que pediu que o fato fosse fotografado e que o examinou de perto. Os resultados foram surpreendentes.
Aos 18 de agosto de 1996, às 19h, o padre Alejandro Pezet dizia a missa na igreja que se encontra no centro comercial da cidade. Logo quando ele acabava de dar a santa comunhão, uma mulher veio lhe dizer que ela havia achado uma hóstia que alguém havia jogado no fundo da igreja. Dirigindo-se ao lugar indicado, o Pe. Alejandro viu a Hóstia suja. Como ele não podia consumi-la, ele a colocou num pequeno recipiente com água e o guardou no sacrário da capela do Santíssimo.
Na segunda-feira 26 de agosto, abrindo o sacrário, ele viu para seu grande espanto que a hóstia se havia tornado uma substância sangrenta. Então, ele informou o ocorrido a D. Jorge Bergoglio que deu instruções a fim de que a hóstia fosse fotografada de modo profissional. As fotos, tiradas em 6 de setembro, mostram claramente que a hóstia, que se tornara um fragmento de carne sangrenta, havia aumentado bastante de tamanho. Durante alguns anos a hóstia permaneceu no sacrário, tudo era mantido em segredo. Como a hóstia não sofria nenhuma decomposição visível, D. Bergoglio decidiu enviá-la para análise científica.
Aos 5 de outubro de 1999, na presença dos representantes de D. Bergoglio, elevado a arcebispo nesse ínterim, o Dr. Castanon retirou uma amostra do fragmento sangrento e o enviou a Nova York para análise. Como não queria influenciar os resultados do exame, ele decidiu esconder à equipe de cientistas a origem da amostra. Um dos cientistas era o renomado cardiologista e patologista médico-legal, Dr. Frederick Zugibe. Ele afirmou que as substâncias analisadas foram identificadas como sendo verdadeiros carne e sangue contendo ADN humano. Ele declarou ainda que:
“a matéria analisada é um fragmento do miocárdio que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, perto das válvulas. Esse músculo é responsável pela contração do coração. Deve-se lembrar que o ventrículo esquerdo do coração age como uma bomba que envia sangue para todo o corpo. O músculo cardíaco está num estado de inflamação e contém um número importante de glóbulos brancos. Isto indica que o coração estava vivo no momento em que a amostra foi coletada. Eu afirmo que o coração estava vivo visto que os glóbulos brancos morrem fora de um organismo vivo. Eles têm necessidade de um organismo vivo para os conservar. Assim, sua presença indica que o coração estava vivo no momento da coleta dessa amostra. Alias, esses glóbulos haviam penetrado os tecidos, o que indica ainda que o coração fora submetido a um estresse intenso, como si seu proprietário tivesse recebido golpes severos no nível do peito.”
Dois australianos, o jornalista Mike Willesee e o jurista Ron Tesoriero, foram as testemunhas desses testes. Conhecendo a origem da amostra, eles alucinaram diante da declaração do Dr. Zugiba. Mike Willesee perguntou então ao cardiologista quanto tempo os glóbulos brancos poderiam permanecer vivos se eles proviessem de tecido humano conservado na água. O Dr. Zugibe respondeu-lhe que eles teriam deixado de existir depois de alguns minutos. O jornalista revelou então ao cientista que a substância donde provinha a amostra havia inicialmente sido conservada em água ordinária durante um mês e que em seguida, durante três anos, ela fora conservada num recipiente com água desmineralizada, e somente depois desse tempo que uma amostra fora coletada para análise. O Dr. Zugibe ficou muito desconsertado ao considerar o fato. Ele declarou então que não havia nenhum modo de explicar esse fato cientificamente. E perguntou ainda:
“O senhor precisa me explicar uma coisa: se essa amostra provém de uma pessoa morta, que razão teria no fato de que, durante o exame, as células da amostra estavam em movimento e pulsavam? Se esse coração pertence alguém morto em 1996, como se explica o fato de que ele ainda esteja vivo?”
Somente então Mike Willesee revelou ao Dr. Zugibe que a amostra analisada era de uma Hostia consagrada que se havia misteriosamente transformado em carne sangrenta. Estupefato pela informação, o Dr. Zugibe respondeu:
“Como e por que uma Hostia consagrada pode mudar seu caráter e se tornar carne e sangue humanos vivos permanecerá um inexplicável mistério para a ciência – um mistério totalmente além de sua competência.”
Em seguida, o Dr. Ricardo Castanon Gomez tomou as disposições para que os relatórios do laboratório concluídos após o que se chamou de milagre de Buenos Aires fossem comparados àqueles elaborados pela analise do milagre de Lanciano, ainda dessa vez sem jamais revelar a origem das amostras de teste. Os peritos que procederam a essa comparação concluíram que ambos os laboratórios haviam analisado amostras oriundas da mesma pessoa. Eles assinalaram ainda que ambas possuíam sangue tipo AB positivo. Este mesmo sangue continha características de um homem que nasceu e viveu no Oriente Médio.
Somente a fé na extraordinária ação de Deus pode oferecer uma resposta razoável! Deus quer que nós estejamos conscientes de que Ele está realmente presente no mistério do Sacramento da Eucaristia. O Milagre Eucarístico de Buenos Aires é um sinal extraordinário atestado pela ciência. Através dele, Nosso Senhor Jesus Cristo quer despertar em nós uma fé viva em Sua Presença Real na Eucaristia, real e não simbólica. É somente com os olhos da fé e não com olhos carnais que nós O vemos sob a aparência do pão e do vinho consagrados. Na Eucaristia, Nosso Senhor nos vê e nos ama e quer nos salvar.


 


"Onde há vontade, há um Caminho"

terça-feira, 23 de agosto de 2016

O BICHO DA SEDA




Em pleno coração do livro do castelo interior e dentro das quintas moradas, Santa Teresa descreve a transformação que experimenta a pessoa na oração, com um símbolo muito belo: o bicho da seda, o qual se fecha no seu casulo interior, e aí “com as suas boquitas vão fiando a seda, e fazendo uns casulos muito apertados onde se fecham… E morre este bicho, que é grande e feio, e sai do mesmo casulo uma borboleta branca muito bonita”.
Esta imagem do bicho da seda serve para que Teresa expresse melhor a mudança e a transformação da pessoa, como mistério pascal de morte e ressurreição. No desenvolvimento desta transformação, como no processo em que o bicho da seda se metamorfoseia em borboleta, é muito importante a ação do Espírito Santo que vai ajudando nessa disposição e no nosso trabalho para não ficarmos pelo meio do caminho.

Podemos agora visualizar os diferentes elementos contidos no processo desta imagem:

Semente: São uns bagos, como grãos de pimenta, que se convertem em larvas.

A folha da amoreira: É o primeiro espaço onde se desenvolvem, é o alimento.

Ambiente: Calor, elemento que necessita a semente para viver, é a graça do Espírito Santo.

Bicho da seda: É cada um de nós a partir da perspectiva da transformação profunda.

Tecer o casulo ou a “casa”: é um convite para construir a própria habitação, a viver a interioridade.

Fabricar a seda, lavrar a seda: Cristo é a morada. Vive dentro de cada um. A seda é o resultado das maravilhas que Deus faz através de nós.

Trabalhos: São todos os esforços e ações que temos que fazer para corresponder à graça, para não vivermos superficialmente.


A borboleta: equivale ao “homem novo”, é o fruto da ação transformadora de Deus. É graça, libertação.

Este símbolo é a síntese da história de todo o homem nascido para ter asas e elevar-se.


 

"Onde há vontade, há um Caminho"

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O Purgatório e a oração pelos mortos




Os protestantes dizem que não adianta orar pelos mortos, pois a oração deve ser somente por aqueles que estão em vida. Para entender melhor vamos fazer um resumo do que acontece com os que morrem. Vejamos bem: Os que morrem na graça de Deus se salvam. Vão diretamente ao Céu. Os que rejeitam a Deus como Criador e a Jesus como Salvador durante esta vida e morrem em pecado mortal se condenam. Esta resposta é clara entre Católicos e protestantes.
Mas o que acontece com os que morrem em pecado venial ou que não satisfizeram plenamente por seus pecados? Aí está a diferença entre Católicos e protestantes. Os Católicos acreditam no Purgatório que é um estado por meio do qual, em atenção aos méritos de Cristo, se purificam as almas dos que morreram na graça de Deus, mas que ainda não satisfizeram plenamente por seus pecados.
O Purgatório não é um estado definitivo mas temporário. E ficam neste estado aqueles que ao morrer não estão plenamente purificados das impurezas do pecado, já que no Céu não pode entrar nada que seja impuro (Ap 21, 27). No Purgatório, Deus em sua misericórdia infinita, purificará suas almas. Um exemplo bem claro desta purificação está em (Malaquias 3, 1-4) onde diz: “Vou mandar o meu mensageiro para preparar o meu caminho. E imediatamente virá ao seu templo o Senhor que buscais, o anjo da aliança que desejais. Ei-lo que vem – diz o Senhor dos exércitos. Quem estará seguro no dia de sua vinda? Quem poderá resistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do fundidor, como a lixívia dos lavadeiros. Sentar-se-á para fundir e purificar a prata; purificará os filhos de Levi e os refinará, como se refinam o ouro e a prata; então eles serão para o Senhor aqueles que apresentarão as ofertas como convêm. E a oblação de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, como nos dias antigos, como nos anos de outrora”. Se isso não é o Purgatório, o que é então?
Um outro texto Bíblico é o de (1 Pedro 3, 19-20) onde diz: “É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos no cárcere, àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes, quando Deus aguardava com paciência, enquanto se edificava a arca, na qual poucas pessoas, isto é, apenas oito se salvaram através da água”. Eis aí o Purgatório novamente!
Mais outro texto é o de (1 Cor 3, 11-15) onde diz: “Quanto ao fundamento, ninguém pode pôr outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo?. ?Agora, se alguém edifica sobre este fundamento, com ouro, ou com prata, ou com pedras preciosas, com madeira, ou com feno, ou com palha, a obra de cada um aparecerá. O dia (do julgamento) demonstrá-lo-á. Será descoberto pelo fogo; o fogo provará o que vale o trabalho de cada um. Se a construção resistir, o construtor receberá a recompensa. Se pegar fogo, arcará com os danos. Ele será salvo, porém passando de alguma maneira através do fogo”.
Quanto à duração do Purgatório podemos dizer que depois que Jesus vier pela segunda vez e se puser fim à história da humanidade, o Purgatório deixará de existir e só haverá Céu e Inferno.
Para os Católicos pode-se oferecer orações, sacrifícios e Missas pelos mortos, para que suas almas sejam purificadas de seus pecados e possam entrar quanto antes na glória e gozar da presença Divina. Um outro exemplo que está na Bíblia é o de (2 Macabeus 12, 43-46) onde se diz: “Em seguida, fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados: belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição, porque, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles. Mas, se ele acreditava que uma bela recompensa aguarda os que morrem piedosamente, era esse um bom e religioso pensamento; eis por que ele pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres de suas faltas”.
Mesmo mostrando dentro da Bíblia que existe o purgatório, os protestantes insistem em que esta palavra é uma invenção da Igreja Católica. Nós argumentamos que tampouco está na Bíblia a palavra “ENCARNAÇÃO” e, no entanto, todos cremos nela. Tampouco está a palavra “TRINDADE” e todos, Católicos e Protestantes, crêem neste Mistério. Portanto a argumentação dos protestantes, de que não existe a palavra “Purgatório”, está equivocada.
Em definitivo, o porque desta diferença é muito simples. Eles só admitem a Bíblia, em compensação para os Católicos, a Bíblia não é a única fonte de revelação. Os Católicos tem a Bíblia e a Tradição, isto é, se uma verdade foi acreditada de modo sustentado e ininterrupto desde Jesus Cristo até nossos dias é que é dogma de fé e porque o povo de Deus em sua totalidade não pode equivocar-se em matéria de fé, porque o Senhor se comprometeu com sua assistência. Uma prova disso, é que, podemos mostrar que a partir dos primeiros Cristãos do Século I em diante, eles já oravam por seus mortos. É só verificar nas catacumbas ou cemitérios dos primeiros Cristãos os escritos esculpidos com muitas orações pelos falecidos.
Caríssimos irmãos! Podemos e devemos fazer orações e sacrifícios pelos mortos. Devemos rezar por todas as almas , porque não sabemos com certeza, quais estejam realmente precisando, e em condições de receber o mérito impretatório das nossas orações e sacrifícios oferecidos a Deus por elas. Estes, e sobretudo as Santas Missas que fizemos celebrar, não ficarão sem efeito. Pois Deus saberá aplicá-los às almas que mais estiverem precisando, além de ser para nós, ocasião de prestarmos a Deus as homenagens que Lhe devemos.
 


"Onde há vontade, há um Caminho"